Clortalidona 25mg - Caixa C/ 60cp - Genérico - Ems
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hipertensivos.
Insuficiência cardíaca congestiva estável de grau leve a moderado (classe funcional II ou III da New York Heart Association, NYHA).
Edema de origem especfica.
PARA QUE SERVE CLORTALIDONA?
a clortalidona é um diurético do grupo dos benzotiadiazínicos (tiazidas) com ação prolongada. INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO: este medicamento está indicado em casos de: Hipertensão arterial essencial, nefrogênica ou sistólica isolada; como terapia primária ou em combinação com outros agentes antihipertensivos. Insuficiência cardíaca congestiva estável de grau leve a moderado (classe funcional II ou III da New York Heart Association, NYHA). Edema de origem específica: Edema decorrente de insuficiência venosa periférica (crônica); terapia de curto prazo, se medidas físicas provarem ser insuficientes; Ascite decorrente de cirrose hepática em pacientes estáveis sob controle rigoroso; Edema decorrente de síndrome nefrótica. Tratamento profilático de cálculo de oxalato de cálcio recorrente, em pacientes com hipercalciúria normocalcêmica idiopática.
RISCOS DO MEDICAMENTO CLORTALIDONA:
Seu uso é contraindicado em pacientes que apresentem anúria, insuficiência hepática grave e insuficiência renal grave (clearance (depuração) de creatinina menor que 30 ml/min). Hipersensibilidade à clortalidona, a outros derivados sulfonamídicos ou a qualquer um dos excipientes. Hipocalemia refratária ou condições que envolvam perda aumentada de potássio, hiponatremia e hipercalcemia. Hiperuricemia sintomática (história de gota ou cálculo de ácido úrico). Hipertensão durante a gravidez. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Informe ao médico ou cirurgião – dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao médico ou cirurgião – dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua SAÚDE. “Atenção: Este medicamento contém corantes que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.” MODO DE USO: a terapia deve ser iniciada com a menor dose possível. Essa dose deve ser adequada de acordo com a resposta individual do paciente para obter o benefício terapêutico máximo, enquanto se mantém os efeitos colaterais em nível mínimo. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. REAÇÕES ADVERSAS: estimativa de frequência: muito raras < 0,01%; raras * 0,01% a < 0,1%; incomuns * 0,1% a < 1%; comuns * 1% a < 10%; muito comuns * 10%. Distúrbios eletrolíticos e metabólicos Muito comuns: principalmente em doses mais elevadas, hipocalemia, hiperuricemia e aumento dos lipídios sanguíneos. Comuns: hiponatremia, hipomagnesemia e hiperglicemia. Raras: hipercalcemia, glicosúria, piora do estado metabólico de diabetes e gota. Muito rara: alcalose hipoclorêmica. Pele Comuns: urticária e outras formas de rash (erupção) cutâneo. Rara: fotossensibilização. Fígado Raras: colestase intra-hepática ou icterícia. Sistema cardiovascular Comuns: hipotensão postural, que pode ser agravada pelo álcool, anestésicos ou sedativos. Rara: arritmias cardíacas. Sistema nervoso central Comuns: vertigem. Raras: parestesia e cefaleia. reações do paciente como, por exemplo, quando dirigir veículos e/ou operar máquinas. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Em pacientes idosos, a eliminação é mais lenta do que em adultos jovens sadios embora a absorção seja a mesma. Portanto, indica-se controle rigoroso quando pacientes de idade avançada são tratados com clortalidona. O uso de clortalidona não é indicado em crianças. Interações medicamentosas Os diuréticos aumentam o nível de lítio no sangue; portanto, esse nível deve ser monitorizado em pacientes sob terapia concomitante de clortalidona com lítio. Onde o tratamento com lítio induziu poliúria, os diuréticos podem exercer um efeito anti-diurético paradoxal. Os diuréticos potencializam a ação dos derivados do curare e dos fármacos anti-hipertensivos (por ex., guanetidina, metildopa, betabloqueadores, vasodilatadores, antagonistas de cálcio e inibidores da ECA). O efeito hipocalêmico dos diuréticos pode ser aumentado por corticosteroides, ACTH, beta2-agonistas, anfotericina e carbenoxolona. Pode ser necessário reajustar a dosagem de insulina e de agentes antidiabéticos orais. Hipocalcemia ou hipomagnesemia induzida por tiazida pode favorecer a ocorência de arritmias cardíacas induzidas por digitálicos (vide precauções). A administração concomitante de certos medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (por ex.,indometacina) pode reduzir a atividade diurética e anti-hipertensiva dos diuréticos, tendo ocorrido casos isolados de deterioração da função renal em pacientes predispostos. A administração concomitante de diuréticos tiazídicos pode aumentar a incidência de reações de hipersensibilidade ao alopurinol, aumentar o risco de reação adversa causada por amantadina, aumentar o efeito hiperglicêmico do diazóxido, reduzir a excreção renal de agentes citotóxicos (ex., ciclofosfamida e metotrexato) e potencializar seu efeito mielossupressor. A biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos pode ser aumentada por agentes anticolinérgicos (atropina, biperideno), aparentemente em função de uma diminuição da motilidade gastrintestinal e da taxa de esvaziamento gástrico. A absorção de diuréticos tiazídicos é prejudicada pela presença de resinas de troca aniônica como a colestiramina. Pode-se esperar uma diminuição do efeito farmacológico. A administração concomitante de diuréticos tiazídicos com vitamina D ou sais pode potencializar o aumento de cálcio sérico. O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota. Reações adversas a medicamentos Estimativa de frequência: muito raras < 0,01%; raras * 0,01% a < 0,1%; incomuns * 0,1% a < 1%; comuns * 1% a < 10%; muito comuns * 10%. Distúrbios eletrolíticos e metabólicos Muito comuns: principalmente em doses mais elevadas, hipocalemia, hiperuricemia e aumento dos lipídios sanguíneos. Comuns: hiponatremia, hipomagnesemia e hiperglicemia. Raras: hipercalcemia, glicosúria, piora do estado metabólico de diabetes e gota. Muito rara: alcalose hipoclorêmica. Pele Comuns: urticária e outras formas de rash (erupção) cutâneo. Rara: fotossensibilização. Fígado Raras: colestase intra-hepática ou icterícia. Sistema cardiovascular Comuns: hipotensão postural, que pode ser agravada pelo álcool, anestésicos ou sedativos. Rara: arritmias cardíacas. Sistema nervoso central Comuns: vertigem. Raras: parestesia e cefaleia. Trato gastrintestinal Comuns: perda de apetite e distúrbios gastrintestinais leves. Raras: náuseas leves e vômitos, dor gástrica, constipação. Muito rara: pancreatite. Sangue Raras: trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose e eosinofilia. Outros Comuns: impotência. Rara: distúrbios da visão. Muito raras: edema pulmonar idiossincrásico (distúrbios respiratórios), nefrite intersticial alérgica e vasculite. Também podem ocorrer: aumento da sede, secura na boca, cãibras ou dores musculares, cansaço ou debilidade não habituais. Superdose Sinais e sintomas: na intoxicação decorrente de superdosagem, podem ocorrer os seguintes sinais e sintomas: vertigem, náusea, sonolência, hipovolemia, hipotensão e distúrbios eletrolíticos associados a arritmias cardíacas e espasmos musculares. Tratamento: indução de vômito ou lavagem gástrica e administração de carvão ativado, se o paciente estiver consciente. Pode ser indicada a reposição hidroeletrolítica intravenosa. Armazenagem Manter à temperatura ambiente (15 ̊C a 30 ̊C). Proteger da luz e manter em lugar seco.
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- Fabricante / Marca
- EMS
- Classificação
- Genérico
- Tipo
- Comprimido
- Controle
- Venda Sob Prescrição Médica
- Especialidades
- Cardiologia
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